domingo, 29 de março de 2015


Na mesma intensidade que adoro as manhãs de domingo eu considero entediante as noites de domingo. Tenho a sensação que não há mais nada a fazer a não ser esperar a segunda chegar com sua carga de trabalho que traz a ansiedade para o próximo final de semana. Desde criança sempre gostei das manhãs de domingo. Acordava e tinha minha mãe em casa preparando o almoço e seu delicioso pudim de leite condensado. No domingo, geralmente, recebíamos visita para o almoço, comíamos todos com calma. Sem a pressa de minha mãe ter de voltar para escola, sem eu ter que ir para escola. As manhãs também tornavam-se agradáveis pelas inesquecíveis vitórias do Senna.


Porém, a partir do meio da tarde, momento no qual a luminosidade começa baixar, as visitas iam embora, logo éramos chamados para tomar banho, jantar e esperar a segunda chegar. Parece que desde então o crepúsculo do entardecer de domingo traz uma melancolia maior que dos outros dias. Agora, neste exato momento, é o momento que não encontro nada que desperte interesse para fazer. Que venha logo o novo dia!

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