Hoje está acontecendo em Brasília seminário nacional que discute direitos humanos no Brasil. O seminário foi organizado pelo Enéias da Rosa
juntamente com a coordenação de Projeto Monitoramento de Direitos
Humanos. Eu gostaria muito de participar, não porque foi Enéias quem
organizou, mas pela temática de direitos humanos que se constitui como
uma das pautas mais pertinentes no contexto vivido no país. Vivemos um
momento que ouvimos e vemos absurdos - e veja que absurdo é algo
impensável. Os acontecimentos absurdos se tornaram corriqueiros e nos
fazem desacreditar na possibilidade de um mundo embasado na justiça. Mas
não podemos desesperar!
Mas minhas demandas hoje são outras e se
configuram como um desafio. Um desafio que tenho desempenhado com ânimo e
encontrado prazer. Fico na expectativa e na torcida para que amanhã o
diálogo com o governo seja e exitoso e que se definam estratégias na
luta pela efetivação dos direitos humanos, e, em especial pela garantia
dos direitos dos povos indígenas. Como diz meu amigo Flavio Vicente Machado “há de vir o mundo que queremos e pelo qual lutamos”.
Miscelânea
segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Na mesma intensidade que adoro as manhãs de domingo eu
considero entediante as noites de domingo. Tenho a sensação que não há mais
nada a fazer a não ser esperar a segunda chegar com sua carga de trabalho que
traz a ansiedade para o próximo final de semana. Desde criança sempre gostei
das manhãs de domingo. Acordava e tinha minha mãe em casa preparando o almoço e
seu delicioso pudim de leite condensado. No domingo, geralmente, recebíamos
visita para o almoço, comíamos todos com calma. Sem a pressa de minha mãe ter de
voltar para escola, sem eu ter que ir para escola. As manhãs também tornavam-se
agradáveis pelas inesquecíveis vitórias do Senna.
Porém, a partir do meio da tarde, momento no qual a
luminosidade começa baixar, as visitas iam embora, logo éramos chamados para
tomar banho, jantar e esperar a segunda chegar. Parece que desde então o
crepúsculo do entardecer de domingo traz uma melancolia maior que dos outros
dias. Agora, neste exato momento, é o momento que não encontro nada que
desperte interesse para fazer. Que venha logo o novo dia!
sexta-feira, 27 de março de 2015
Então, tentando superar a preguiça... tento escrever. Porém, confesso
que meu pensamento agora é o seguinte: amanhã! Decido escrever. Sobre o
que??? Bem... sonhei com o Paul na noite passada. Porque escrever sobre
isto? Não sei... Mas, lembrei que nestes dias caiu em minhas mãos uma
revista de psicologia a qual trazia um artigo sobre sonhos e seus
significados. Também lembrei de que já li que os sonhos podem ser algo
como “ver o futuro”.
Em meu sonho eu estava conversando com o Paul antes dele encantar mais uma vez milhares de pessoas com seu show. Mas, antes do encanto saímos para comer croquete. Sim, croquete! Fomos num bar meio decadente o qual não tinha croquete, só tinha quibe. Lembro que conversamos, não sei sobre o que, mas conversamos muito. Andávamos na rua de braços dados e... mais que de repente senti uma coisa vibrar em meu bolso. Era meu telefone celular que vibrava, era uma ligação de minha mãe. Depois da vibração iniciou o som que foi ficando cada vez mais alto... até que abri os olhos e vi que era o despertador do celular que tocava. Decepção! Não sou amiga de meu Beatle preferido, aliás de nenhum deles.
Então pensei que se os sonhos trazem nosso inconsciente à tona neste caso não é verdade. Simplesmente não é verdade porque desde muito nova tenho o desejo bem consciente de comer croquete com o Paul, ou qualquer outra coisa como pastel, coxinha, empada. Qualquer coisa mesmo. Mas, se a teoria de que os sonhos preveem o futuro estiver correta estou convencida de que ainda comerei croquete com Sir Paul McCartney. Chega. É muita bobagem escrita simplesmente para vencer a preguiça.
Em meu sonho eu estava conversando com o Paul antes dele encantar mais uma vez milhares de pessoas com seu show. Mas, antes do encanto saímos para comer croquete. Sim, croquete! Fomos num bar meio decadente o qual não tinha croquete, só tinha quibe. Lembro que conversamos, não sei sobre o que, mas conversamos muito. Andávamos na rua de braços dados e... mais que de repente senti uma coisa vibrar em meu bolso. Era meu telefone celular que vibrava, era uma ligação de minha mãe. Depois da vibração iniciou o som que foi ficando cada vez mais alto... até que abri os olhos e vi que era o despertador do celular que tocava. Decepção! Não sou amiga de meu Beatle preferido, aliás de nenhum deles.
Então pensei que se os sonhos trazem nosso inconsciente à tona neste caso não é verdade. Simplesmente não é verdade porque desde muito nova tenho o desejo bem consciente de comer croquete com o Paul, ou qualquer outra coisa como pastel, coxinha, empada. Qualquer coisa mesmo. Mas, se a teoria de que os sonhos preveem o futuro estiver correta estou convencida de que ainda comerei croquete com Sir Paul McCartney. Chega. É muita bobagem escrita simplesmente para vencer a preguiça.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Tenho um desejo imenso de escrever que fica ao lado da gigante preguiça
de o fazer! Se pudesse escolher uma profissão, seria escritora. Porém,
além da preguiça não tenho o dom da escrita. Invejo Simone de Beauvoir,
invejo Clarice Lispector, invejo Martha Medeiros, invejo Sueli Gehlen Frosi
e invejo minha mãe, a Dona Ola, que brinca com as palavras no papel.
Estas mulheres escrevem da forma como gosto de ler. Ao invés de
inveja-las as terei como musas inspiradoras para escrever, claro que
para escrever do meu jeito sobre... sobre... sobre a vida, sobre o que
vier a mente. Espero fazê-lo todos os dias, este é meu propósito atual.
Porém, sei que haverão dias que deixarei a preguiça me seduzir com a
ideia de não fazer nada. Penso que a preguiça é meu maior pecado (não
estou dizendo que os outros sejam pequenos) e ela não condiz com a
pressa interior que tenho. Vou vencê-la! Mas hoje estou com preguiça...
vou jantar e ver algo legal! Acho que o filme Florbela, sobre a também
invejada Florbela Espanca. Amanhã... amanhã escreverei!
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